A cidade de Corumbá ficou sem energia elétrica por mais de uma hora no inicio da noite deste sábado. O “apagão geral” começou por volta das 18 horas e acabou às 19h20.
Na área central da cidade a energia elétrica retornou por volta das 18h35. Já na parte alta a luz foi restabelecida às 19h20. A assessoria da Enersul não foi localizada para esclarecer os motivos do apagão.
Fonte: Campo Grande News
sábado, 14 de julho de 2007
CPI inicia na segunda-feira devassa nas contas da Enersul
Baseados em documentos que mostram a evolução patrimonial e as contas da Enersul desde 2003, os deputados estaduais, membros da CPI da Enersul, começam na próxima segunda-feira a fazer uma devassa na empresa. Um dos objetivos é saber como o patrimônio pulou de R$ 625 milhões para R$ 1,2 bilhão em quatro anos. A informação é do presidente da CPI, deputado Paulo Corrêa (PR).
O parlamentar recebeu toda a documentação diretamente da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), por meio do presidente Jerson Kelman. “Estamos atuando profissionalmente na CPI e vamos auditar esse balanço”, explicou, dizendo que técnicos da CPI e uma equipe do Conselho Regional de Economia devem analisar o material.
A divulgação dos documentos, segundo Corrêa, será feita na medida em que as análises ficarem prontas. Ele explica que a CPI suspeita que a evolução financeira da Enersul pode estar relacionada com a incorporação de investimentos privados, como aqueles feitos por proprietários rurais na construção de redes de energia, ao patrimônio da empresa.
Empresa em silêncio
Na semana que passou a CPI da Enersul deveria ter ouvido o primeiro dirigente da empresa. No entanto, o diretor executivo Jorge Manuel Moreira Martins enviou, na véspera da audiência, um documento explicando que não poderia comparecer. A atitude foi considerada uma manobra pelos integrantes da CPI, que acreditam que a empresa está protelando as investigações.
O objetivo de atrapalhar o andamento da CPI seria aguardar o julgamento de uma ação, no TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que tentar derrubar a Comissão. Um novo depoimento do diretor foi marcado para o próximo dia 23 de julho. Caso ele não compareça, a CPI ameaça recorrer a Justiça para que ele seja obrigado a atender a convocação.
Fonte: Midiamax
O parlamentar recebeu toda a documentação diretamente da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), por meio do presidente Jerson Kelman. “Estamos atuando profissionalmente na CPI e vamos auditar esse balanço”, explicou, dizendo que técnicos da CPI e uma equipe do Conselho Regional de Economia devem analisar o material.
A divulgação dos documentos, segundo Corrêa, será feita na medida em que as análises ficarem prontas. Ele explica que a CPI suspeita que a evolução financeira da Enersul pode estar relacionada com a incorporação de investimentos privados, como aqueles feitos por proprietários rurais na construção de redes de energia, ao patrimônio da empresa.
Empresa em silêncio
Na semana que passou a CPI da Enersul deveria ter ouvido o primeiro dirigente da empresa. No entanto, o diretor executivo Jorge Manuel Moreira Martins enviou, na véspera da audiência, um documento explicando que não poderia comparecer. A atitude foi considerada uma manobra pelos integrantes da CPI, que acreditam que a empresa está protelando as investigações.
O objetivo de atrapalhar o andamento da CPI seria aguardar o julgamento de uma ação, no TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que tentar derrubar a Comissão. Um novo depoimento do diretor foi marcado para o próximo dia 23 de julho. Caso ele não compareça, a CPI ameaça recorrer a Justiça para que ele seja obrigado a atender a convocação.
Fonte: Midiamax
CPI da Enersul troca informações com CPI em Pernambuco
Deputados de Mato Grosso do Sul e de Pernambuco vão trocar informações a respeito das investigações feitas contra concessionárias de Energia. Está previsto para daqui a duas semanas um encontro entre o presidente da CPI da Enersul, Paulo Corrêa (PR) e o presidente da CPI da Celpe, Sérgio Leite (PT).
A Celpe é a Concessionária Energética de Pernambuco. Os parlamentares daquele Estado também investigam aumentos de energia abusivos contra o consumidor.
“O Sérgio Leite me contactou na semana passada e me procurou ontem novamente. Daqui a duas semanas ele vem a Campo Grande para trocarmos informações”, explica Corrêa.
O deputado estadual acredita que junto aos parlamentares de Pernambuco será possível até mobilizar outros Estados, já que o alto custo da energia, avalia ele, é um problema nacional. “Vamos pressionar isso no País inteiro. Por que está tão caro? Porque o Brasil não está investindo mais em energia elétrica”, explicou.
Fonte: Midiamax
A Celpe é a Concessionária Energética de Pernambuco. Os parlamentares daquele Estado também investigam aumentos de energia abusivos contra o consumidor.
“O Sérgio Leite me contactou na semana passada e me procurou ontem novamente. Daqui a duas semanas ele vem a Campo Grande para trocarmos informações”, explica Corrêa.
O deputado estadual acredita que junto aos parlamentares de Pernambuco será possível até mobilizar outros Estados, já que o alto custo da energia, avalia ele, é um problema nacional. “Vamos pressionar isso no País inteiro. Por que está tão caro? Porque o Brasil não está investindo mais em energia elétrica”, explicou.
Fonte: Midiamax
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Enersul recebe "cartão amarelo" da Aneel
A Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) recebeu "cartão amarelo" da Agência Reguladora de Energia Elétrica (Aneel) por causa dos questionamentos sobre a qualidade dos serviços que presta aos usuários. A informação foi repassada ontem ao presidente da CPI da Enersul, deputado estadual Paulo Corrêa (PR), por Jerson Kelman, presidente da Agência. Também foram entregues dois CDs para a CPI contendo a ‘caixa-preta’ da empresa.
"Estaremos analisando detalhadamente os documentos que nos foram repassados. A Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e o Conselho Regional de Economia vão nos assessorar na auditoria dos balanços. São informações desde 2002 sobre a contabilidade da Enersul", disse Corrêa.
Só em 2007, a indústria foi onerada em 28,8% e os consumidores residenciais em até 15%. Oficialmente, sem impostos, o reajuste médio autorizado pela Aneel foi de 2,58% para a indústria e 3,46% para a classe residencial e comercial. Mas, chega, por constatação da Fiems, a ser dez vezes mais na conta de energia elétrica.
Em virtude do descontentamento causado em toda a sociedade sul-mato-grossense, a Aneel concedeu ‘cartão amarelo’ à Enersul, pelo qual foi cobrado melhor qualidade nos serviços prestados. Kelman convocou os sócios proprietários – foi a primeira vez que este procedimento foi adotado – e explicou-lhes que a Enersul é uma concessionária que recebeu do poder público a autorização para executar um serviço público, por este motivo a prestação do serviço tem de atender de forma correta os interesses da sociedade. Segundo Corrêa, o levantamento a ser realizado pela CPI vai dar subsídio para questionamentos legais sobre o reajuste da tarifa e pode até fazer a agência rever os reajustes concedidos, caso haja alguma irregularidade.
Caso seja necessário a CPI, que termina no dia 23 de setembro, pode ter sua atuação prorrogada. "Depende dos dados que obtivemos", explicou o presidente da CPI. "Vamos analisar com toda calma as informações e nos aprofundaremos quando for necessário e desconfiarmos de alguma irregularidade", enfatizou.
Fonte: Correio do Estado (Clodoaldo Silva, Brasília)
"Estaremos analisando detalhadamente os documentos que nos foram repassados. A Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e o Conselho Regional de Economia vão nos assessorar na auditoria dos balanços. São informações desde 2002 sobre a contabilidade da Enersul", disse Corrêa.
Só em 2007, a indústria foi onerada em 28,8% e os consumidores residenciais em até 15%. Oficialmente, sem impostos, o reajuste médio autorizado pela Aneel foi de 2,58% para a indústria e 3,46% para a classe residencial e comercial. Mas, chega, por constatação da Fiems, a ser dez vezes mais na conta de energia elétrica.
Em virtude do descontentamento causado em toda a sociedade sul-mato-grossense, a Aneel concedeu ‘cartão amarelo’ à Enersul, pelo qual foi cobrado melhor qualidade nos serviços prestados. Kelman convocou os sócios proprietários – foi a primeira vez que este procedimento foi adotado – e explicou-lhes que a Enersul é uma concessionária que recebeu do poder público a autorização para executar um serviço público, por este motivo a prestação do serviço tem de atender de forma correta os interesses da sociedade. Segundo Corrêa, o levantamento a ser realizado pela CPI vai dar subsídio para questionamentos legais sobre o reajuste da tarifa e pode até fazer a agência rever os reajustes concedidos, caso haja alguma irregularidade.
Caso seja necessário a CPI, que termina no dia 23 de setembro, pode ter sua atuação prorrogada. "Depende dos dados que obtivemos", explicou o presidente da CPI. "Vamos analisar com toda calma as informações e nos aprofundaremos quando for necessário e desconfiarmos de alguma irregularidade", enfatizou.
Fonte: Correio do Estado (Clodoaldo Silva, Brasília)
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